Com quase 30 anos de estrada, a bailarina Ana
Medeiros coleciona espetáculos ao longo da carreira. Ainda assim, uma dança em
especial se destaca em sua memória: a apresentação de Butoh com Yoshito Ohno
durante uma visita ao Japão. A coreógrafa conta que o momento trouxe a ela um estado
de choque e felicidade.
Medeiros coleciona espetáculos ao longo da carreira. Ainda assim, uma dança em
especial se destaca em sua memória: a apresentação de Butoh com Yoshito Ohno
durante uma visita ao Japão. A coreógrafa conta que o momento trouxe a ela um estado
de choque e felicidade.
A situação foi ainda mais importante, pois aconteceu no
Kazuo Ohno Dance Studio, na cidade de Yokohama, escola de dança do mestre do
Butoh. “A dança nasceu do improviso. Todavia, tínhamos a compreensão de três
meses de convivência dançando, apreendendo e conversando sobre o Butoh. Tudo o
que estava absorvendo ganhou corpo na nossa performance”, descreve.
Kazuo Ohno Dance Studio, na cidade de Yokohama, escola de dança do mestre do
Butoh. “A dança nasceu do improviso. Todavia, tínhamos a compreensão de três
meses de convivência dançando, apreendendo e conversando sobre o Butoh. Tudo o
que estava absorvendo ganhou corpo na nossa performance”, descreve.
Segundo Ana, a presença de Yoshito, filho do
mestre Kazuo Ohno, transforma o espaço. “Mais do que dançar percebi meu corpo
escutando a sua dança, ecoando seus rastros. Às vezes, dançar com um monstro sagrado
significa desaparecer no espaço. Poderia ficar ali o resto da vida, sendo
sombra… desaparecendo. Dançar com Yoshito é como chegar a um continente
desconhecido, é como nadar em mar aberto”.
mestre Kazuo Ohno, transforma o espaço. “Mais do que dançar percebi meu corpo
escutando a sua dança, ecoando seus rastros. Às vezes, dançar com um monstro sagrado
significa desaparecer no espaço. Poderia ficar ali o resto da vida, sendo
sombra… desaparecendo. Dançar com Yoshito é como chegar a um continente
desconhecido, é como nadar em mar aberto”.
O dia 3 de julho de 2016 ficou marcado para a
bailarina, pois o resultado da experiência foi a realização de um sonho. “Para
mim, o melhor lugar do mundo é exatamente onde ele está. Seja apreendendo ou
dançando com Yoshito Ohno, o que me encanta e completa são os encontros com este mestre
que me ensina a dançar a vida e a descobrir o cerne da minha dança”.
bailarina, pois o resultado da experiência foi a realização de um sonho. “Para
mim, o melhor lugar do mundo é exatamente onde ele está. Seja apreendendo ou
dançando com Yoshito Ohno, o que me encanta e completa são os encontros com este mestre
que me ensina a dançar a vida e a descobrir o cerne da minha dança”.
